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Os principais conceitos do design de sinalização

 Autor desconhecido, New Yorker Magazine, 1949.

Fig.15 – Autor desconhecido, New Yorker Magazine, 1949.

 Marcar, assinalar e sinalizar não são exatamente sinônimos, mas suas práticas coincidem em ações comuns que derivam da função da informação com o objetivo de direcionar, identificar e informar.
 

 Muitos são os termos encontrados e utilizados para denominar esta área do design. Estas denominações foram se modificando ao longo dos anos refletindo a complexidade ao incorporar novos atributos no seu desempenho.
 

  Em fontes especializadas (ADG Brasil, 2004 e MOZOTA, 2003) e na prática profissional (ver capítulo 5), encontra-se o uso de denominações diversas: sinalização, programação visual, comunicação visual, design ambiental, design total, ambientação, design da informação, wayfinding design, design gráfico-ambiental, sistemas de sinalização, sinalização interna, identificação de fachadas, etc.
 

 O termo sinalização, em inglês "signage" e em espanhol "señalización", é compreendido geralmente como sinalização viária (a indicação ou advertência destinada a orientar motoristas). Interpreta-se, também, como o suporte físico sobre  o  qual  se  aplicam  informações de qualquer natureza, ou seja, a placa .
 

Sinalização é um termo muito amplo e genérico: pode-se dizer que gestos são utilizados para sinalizar.

Uma simples dobra no canto superior de uma página é compreendida como um sinal, uma marca que pode ter um significado: retomar a leitura a partir deste ponto. Quando marcamos um ponto, o destacamos ou o diferenciamos no ambiente, estamos sinalizando aquele ponto.
 

 A Associação dos Designers Gráficos (ADG) define esta vertente do design, como design ambiental.
 

"Há dois tipos de design ambiental, o de sinalização e o de ambientação. Projetos de sinalização costumam ser implantados em edifícios complexos, tais como shopping centers, supermercados, terminais de transporte, hospitais, museus. Sua principal tarefa é otimizar – por vezes até viabilizar - o funcionamento desses edifícios. Já os projetos de ambientação podem ser chamados de design total: são recintos inteiramente concebidos pelo designer, tais como uma exposição, um estande um local para abrigar um evento." (Guia ADG Brasil, 2004)

 

"Environmental Design, compreende o planejamento do espaço físico para uma empresa, e o projeto de todos os espaços que a   representam fisicamente: fábricas, áreas administrativas, áreas de produção, espaços comuns (refeitórios, recepções), espaços comerciais, (lojas, quiosques, corners de lojas de departamentos), exposições e stands." (MOZOTA, 2003)

 

Chris Calori, designer americana e membro da SEGD ( Society for Environmental Graphic Designers) , em seu recente livro, Signage and Wayfinding Design: A complete Guide to Creating Environmental Graphic Design Systems, de março de 2007, define esta atividade como Environmental Graphic Design ( Design gráfico –ambiental) que envolve a sistemática da informação coesa e um sistema gráfico visualmente unificado identificando o ambiente construído.